Mostrando postagens com marcador planos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador planos. Mostrar todas as postagens

14 de agosto de 2010

Petit Gateau.

Borboletas no estômago existem! E elas estão frenéticas.
Não pararam de voar desarmoniosamente dentro de mim desde que entraste na minha vida por aquela janelinha do messenger.
E eu sei que não é empolgação de momento, nem desdém por me chamares de besta pra baixo, como eu te disse: "se não for amor, ainda não inventaram um nome pra isso"
Até escutar teu nome me alegra gratuitamente e ver a janelinha no msn subindo contigo lá "><", todo besta, coloca um sorriso mais besta ainda nessa minha cara feia e gorda.
E a cara mais linda que fazes quando me olha, enfraquece esse meu coração que doutrinei por toda a vida a ser tao duro.

Eu tentei. Tentei de todas as formas ser fria, como sempre fui, ms você foi tão quente, como nunca foram, que derreti.
Contigo eu acredito em tudo: amor sem aparências, em um futuro bom, apesar do mundo tá desmoronando a minha volta, e que a gente pode ser feliz em qualquer lugar, seja num buraco ou no infinito da bestadisse.

Te amo inacreditavelmente.
E com você sou mais feliz. <3

24 de fevereiro de 2010

RESTART

Pela primeira vez na vida, o ano começou tão bem que até dá medo.
As coisas imaginadas se realizaram, as mudanças foram todas positivas..
Talvez seja um pouco tarde pra se falar em resoluções de fim de ano, mas acho que o que tem feito esse ano bom é que não houveram resoluções.

Não comecei um ano presa a coisas do tipo: "vou melhorar minhas notas", "vou emagrecer 10 kg" ou "vou arranjar um namorado" (depressivo quem coloca relacionamentos em resoluções, mas enfiim..), simplesmente me submeti a mudanças internas e que não foram estabelecidas no estourar dos fogos a meia-noite. Mudanças que não se aprendem em livros de auto-ajuda e coisas do genero, e sim aquelas que se tornaram necessárias se eu não quisesse me ver uma frustrada que não esquece o passado e vive de coisas que não vivem de mim (leia-se, pessoas que eu sempre critiquei).

Deixei as coisas acontecerem e me livrei de tudo aquilo que eu priorizei antes de mim mesma, porque eu percebi que eu não posso me submeter a coisas e pessoas que façam eu esquecer de mim.

O melhor de todos os acontecimentos foi poder me livrar do ressentimento que eu tinha, pode parecer até exagero, mas a magoa pesa, e mágoa de 11 anos pesa demais. Eu ouvi a verdade dela, ela ouviu a minha. Eu desculpei e pedi desculpa. E o meu travesseiro tem agradecido...
E eu não perco mais meu precioso tempo discutindo ou demonstrando o quanto algumas coisas me atingem, tem gente que chama isso de conformismo, outras de idiotisse e sangue de barata, mas eu chamo de "tenho mais o que fazer".
Porque eu vi que nenhuma briga me acrescentou e que quando demonstro o quanto certas pessoas tem dominio sobre mim, elas sempre se fazem disso e eu não me permito mais ser step de ninguém.

Talvez minha resolução inconsciente tenha sido amor-próprio.
E se foi, tá cumprido.

Check. :D