Pela primeira vez na vida, o ano começou tão bem que até dá medo.
As coisas imaginadas se realizaram, as mudanças foram todas positivas..
Talvez seja um pouco tarde pra se falar em resoluções de fim de ano, mas acho que o que tem feito esse ano bom é que não houveram resoluções.
Não comecei um ano presa a coisas do tipo: "vou melhorar minhas notas", "vou emagrecer 10 kg" ou "vou arranjar um namorado" (depressivo quem coloca relacionamentos em resoluções, mas enfiim..), simplesmente me submeti a mudanças internas e que não foram estabelecidas no estourar dos fogos a meia-noite. Mudanças que não se aprendem em livros de auto-ajuda e coisas do genero, e sim aquelas que se tornaram necessárias se eu não quisesse me ver uma frustrada que não esquece o passado e vive de coisas que não vivem de mim (leia-se, pessoas que eu sempre critiquei).
Deixei as coisas acontecerem e me livrei de tudo aquilo que eu priorizei antes de mim mesma, porque eu percebi que eu não posso me submeter a coisas e pessoas que façam eu esquecer de mim.
O melhor de todos os acontecimentos foi poder me livrar do ressentimento que eu tinha, pode parecer até exagero, mas a magoa pesa, e mágoa de 11 anos pesa demais. Eu ouvi a verdade dela, ela ouviu a minha. Eu desculpei e pedi desculpa. E o meu travesseiro tem agradecido...
E eu não perco mais meu precioso tempo discutindo ou demonstrando o quanto algumas coisas me atingem, tem gente que chama isso de conformismo, outras de idiotisse e sangue de barata, mas eu chamo de "tenho mais o que fazer".
Porque eu vi que nenhuma briga me acrescentou e que quando demonstro o quanto certas pessoas tem dominio sobre mim, elas sempre se fazem disso e eu não me permito mais ser step de ninguém.
Talvez minha resolução inconsciente tenha sido amor-próprio.
E se foi, tá cumprido.
Check. :D
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