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26 de maio de 2010

Mostre-me um homem,

Aaaaaai, engraçado como existem pessoas que nos fazem bem pelo simples fato de existirem.
Não preciso falar com eles todo dia, nem vê-los sempre, claro que dá aquela saudade quando se afastam, mas é aquela saudade boa de se ter, porque sei que eles tão ali. Não preciso conversar com eles o tempo todo em que estamos juntos, mas sei que o silencio nunca é constrangedor e a gente fica bem juntos até sem falar nada. Esqueço dos problemas e ainda assim, eles me dão as soluções.
São pessoas que talvez não tenham a minima noção do quanto se tornaram e são importantes pra minha vida e sanidade mental. Me tiram da merda diariamente sem fazer nem ideia disso, afinal meus problemas são meus e pra todos os efeitos, eu to sempre óóóótima. :x

Àquelas pessoas que sabem que me fazem sorrir, gargalhar, pensar ou qualquer coisa que me acrescente e que me tire da rotina, seja pessoalmente (Lili, jéssiquinhas, bia, preto, andreza, lúciferzinha, Piriguete, giku emo, os mau-carateres da minha vida em geral, os parceiros de crime e etc), por telefone (ai, minhas ligações interurbanas [rainha, Lilo e Lyssa]*-*) ou por orkut/msn (Mandika, Ceci, Bifê chefe e Bifê II; ou nos dois meios simultaneamente [bombom Dlç]).

Esse é só um pequeno tributinho às minhas felicidades diárias e contínuas. Aos meus venenos anti-monotonia. ♥

"Mostre-me um homem que não seja escravo dos seus amores".

21 de março de 2010

PROFILE

Quem sou eu? Eu sou várias. E única.
Por que se limitar a ser só uma o tempo todo?

Sou um pouco de mim mesma e o resto se distribue entre tudo aquilo que me inspira. Sou um pouco Kate Moss, um pouco Paris Hilton, um pouco Maisa, um pouco Blair, um pouco Anita, um pouco Samantha Jones, um pouco Charlotte York, um pouco Effie e todos meus outros personagens encarnados.

Mas também sou um pouco Deyse, um pouco Thalyssa, um pouco Juliana, um pouco Elianne, um pouco de cada Jéssica, um pouco Aldy, um pouco Carol, um pouco Márlon, um pouco Flávia, um pouco Flávio, um pouco Diego, um pouco Calebe, um pouco Tamara, um pouco Lu, um pouco Gil, um pouco Rodrigo, um pouco ceci, um pouco Pablo. E todos os outros amigos e amores, por que ninguém entra na nossa vida sem deixar um pouco de si e levar um pouco de nós.

Sou um pouco minha mãe, um pouco meu pai, de leve minha irmã.
Posso ser a filha amada, a estagiária esforçada, a amiga dedicada ou a amante perfeita. Ou tudo isso. Ou nada disso.

Posso ser uma estranha ou conhecida. Uma amiga ou inimiga. Sua mãe ou sua filha. Ou posso simplesmente ser o seu amor. Ou não. Vai depender do dia, das condições climáticas, das fases da lua ou do meu humor.

Parei de me definir, de tentar determinar quem eu sou ou quem vou ser pra sempre.
Eu posso ser quem eu quiser! Gosto da ideía das possibilidades infinitas...

Tudo me acrescentou: os livros que li, os filmes que assisti, os amores que vivi (e os que morri), as amizades que conquistei, as coisas que ganhei e mais ainda as que eu perdi, as escolhas que fiz e as que fizeram por mim.

Tudo isso me fez ver que não basta ser uma e me tornaram a múltipla eu que sou.

Quem é a Nádia que você conhece?